Implante Anticoncepcional
O implante anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos de longa duração mais eficazes e modernos disponíveis atualmente, oferecendo segurança, praticidade e altíssima eficácia. Apesar disso, ainda é um método pouco conhecido para muitas mulheres, que têm dúvidas sobre seu funcionamento, efeitos e para quem ele é indicado.
A Dra. Ludmila Bercaire, ginecologista e especialista em fertilidade, explica de forma clara, humanizada e profunda todos os aspectos do implante, ajudando cada paciente a tomar decisões conscientes e seguras sobre sua saúde reprodutiva.
Ao discutir contracepção, o objetivo não é apenas evitar uma gravidez indesejada, mas proporcionar liberdade, planejamento e tranquilidade. O implante anticoncepcional traz exatamente essa combinação, permitindo que a mulher não dependa de lembretes diários, não se exponha a oscilações hormonais intensas e possa viver sua rotina sem preocupação constante com falhas do método.
O que é implante anticoncepcional?
O implante anticoncepcional é um método contraceptivo hormonal de longa duração, classificado como LARC (Long Acting Reversible Contraception). Trata-se de um pequeno bastão flexível, com cerca de 4 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, inserido logo abaixo da pele, geralmente na face interna do braço não dominante.
Esse bastonete contém o etonogestrel, um derivado sintético da progesterona, que é liberado de forma contínua e controlada no organismo. A principal característica dessa liberação é a manutenção de níveis hormonais estáveis, o que ajuda a evitar os picos hormonais comuns em métodos que contêm estrogênio, como as pílulas combinadas, podendo trazer mais conforto para mulheres que são sensíveis às oscilações hormonais.
Sua ação prolongada dura até três anos, sendo um dos métodos mais eficazes e discretos disponíveis atualmente, com alta taxa de eficácia na prevenção da gravidez, superior a 99%.
Como o implante anticoncepcional funciona?
O mecanismo de ação do implante baseia-se principalmente na supressão da ovulação. O etonogestrel atua inibindo a liberação do hormônio luteinizante (LH), essencial para que ocorra a ovulação no ciclo menstrual. Ao impedir esse pico hormonal, o óvulo não é liberado, o que bloqueia a possibilidade de fecundação.
Além disso, o hormônio altera a consistência do muco cervical, tornando-o mais espesso. Esse espessamento do muco dificulta a passagem dos espermatozoides pelo colo do útero, funcionando como uma segunda barreira de proteção. Em menor grau, também pode interferir no endométrio (camada interna do útero), reduzindo a chance de implantação de um óvulo, caso haja fecundação.
Portanto, o implante oferece uma proteção multifatorial, agindo tanto na ovulação quanto no ambiente uterino e cervical, o que o torna altamente eficaz mesmo em situações onde há pequenas variações hormonais individuais.
Vantagens do implante anticoncepcional
Um dos principais diferenciais do implante é a enorme tranquilidade que ele oferece. Por não exigir nenhum cuidado diário, não há risco de esquecimento, atrasos ou interrupção do método. Ele funciona “em segundo plano”, mantendo a contracepção ativa sem exigir intervenções repetidas.
O implante é especialmente útil para mulheres que não podem ou não desejam usar métodos com estrogênio. Também é uma excelente opção para adolescentes, mulheres com vida muito corrida e pacientes que precisam de um método altamente eficaz durante longos períodos.
Outro benefício importante é sua previsibilidade. Os hormônios são liberados gradualmente, produzindo efeitos mais suaves e minimizando sintomas como oscilação de humor ou náuseas, comuns em métodos orais.
Efeitos esperados após a colocação
A alteração menstrual é a mudança mais comum percebida pelas mulheres após a inserção do implante contraceptivo. Algumas passam a ter sangramentos leves e espaçados; outras observam irregularidade nos primeiros meses, e há também quem experimente ausência completa de menstruação manifestação totalmente segura e esperada.
Essas mudanças são expressões naturais da ação do hormônio sobre o endométrio, o tecido interno do útero. O organismo se ajusta progressivamente ao método. Embora pequenas alterações sejam comuns, elas tendem a estabilizar ao longo do tempo, especialmente nos primeiros seis meses.
Além disso, podem existir sensações discretas no local da inserção, como sensibilidade leve ou pequeno hematoma, que desaparecem rapidamente.
Como colocar o implante anticoncepcional?
A insegurança sobre como colocar o implante contraceptivo é muito comum. Por isso, a forma como é conduzido se torna fundamental. A inserção do implante é rápida e realizada com anestesia local, o que torna o processo praticamente indolor. Após conversar sobre as expectativas da paciente e avaliar sua saúde, o braço é higienizado, anestesiado e o dispositivo é inserido por meio de um aplicador especial. Em poucos minutos o procedimento está concluído. Em seguida, um curativo simples é colocado para proteger a região nas primeiras 24 horas. A mulher retorna à rotina geralmente no mesmo dia, com orientações claras sobre os cuidados iniciais.
Esse processo, quando conduzido por uma médica ginecologista experiente e delicada, costuma ser muito tranquilo. A técnica adequada reduz desconfortos, minimiza riscos e contribui para a excelente aceitação do método.
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O implante anticoncepcional dói?
Essa pergunta é frequente e totalmente compreensível. Porém, com anestesia local e técnica suave, a sensação costuma ser mínima. Muitas pacientes relatam que o receio era maior do que a experiência real e que o procedimento foi totalmente indolor.
Após a colocação, evitamos esforço físico ou atividade muscular no dia do procedimento, para evitar incômodo ou desconforto.
Como o implante influência a menstruação
A ação do etonogestrel sobre o endométrio provoca alterações no padrão menstrual, mas isso não significa que haja algo errado. A diminuição do fluxo ou a interrupção completa da menstruação é comum e não traz prejuízo à saúde. Para muitas mulheres, isso é até desejável, especialmente para aquelas que sofrem com menstruações intensas ou dolorosas.
Quem pode usar o implante anticoncepcional
A grande maioria das mulheres pode utilizar o implante com segurança. Ele é indicado para adolescentes, pessoas que amamentam, pacientes que não podem usar estrogênio e mulheres com rotina muito intensa. A avaliação individual, no entanto, é fundamental, pois condições específicas, como certos tipos de enxaqueca, questões hepáticas ou uso de alguns medicamentos, exigem análise personalizada.
A presença da Dra. Ludmila como especialista é essencial para orientar a paciente sobre o método mais adequado ao seu momento de vida, histórico clínico e objetivos reprodutivos.
Pode retirar o implante anticoncepcional?
Sim, o implante é um método contraceptivo totalmente reversível. Ele pode ser retirado a qualquer momento, caso a paciente deseje interromper o uso. Reconhecido internacionalmente como um dos métodos mais seguros e eficazes entre os contraceptivos reversíveis de longa duração, o implante é amplamente recomendado por diretrizes médicas atualizadas.
Pode engravidar após retirada do implante contraceptivo?
Um dos maiores mitos sobre o implante anticoncepcional é a ideia de que ele poderia prejudicar a fertilidade. Isso não é verdade. A fertilidade retorna rapidamente após a retirada do dispositivo, pois o hormônio deixa de ser liberado e a ovulação volta a ocorrer. Mulheres que desejam engravidar após o uso do implante podem fazê-lo com tranquilidade, desde que não existam outros fatores de infertilidade pré-existentes.
Comparação com outros métodos de longa duração
Embora o implante seja frequentemente comparado ao DIU, são métodos diferentes, com características complementares. Enquanto o DIU age localmente no útero, o implante subdérmico age de forma sistêmica, impedindo a ovulação. A escolha entre eles depende de preferências pessoais, histórico clínico, tolerabilidade a hormônios e expectativas da paciente. A Dra. Ludmila sempre reforça que não existe “o melhor método”, mas sim “o método ideal para cada mulher”.
Colocar Implante Anticoncepcional com Ginecologista
Embora o implante anticoncepcional seja um método altamente seguro, sua colocação exige conhecimento técnico específico. O procedimento deve ser realizado por uma ginecologista certificada, com domínio anatômico e experiência prática, garantindo que a inserção ocorra de forma correta, minimizando riscos e desconfortos.
Contar com uma profissional especializada, como a Dra. Ludmila Bercaire, também significa receber uma orientação completa e personalizada sobre o funcionamento do implante, possíveis efeitos colaterais, tempo de adaptação e outras opções contraceptivas, respeitando sempre a individualidade, o histórico e os desejos reprodutivos de cada paciente.
Retirar Implante Anticoncepcional com Ginecologista
Assim como a inserção, a retirada do implante deve ser feita por uma ginecologista experiente, utilizando técnica adequada para evitar dor, hematomas ou complicações locais. A remoção pode ser solicitada a qualquer momento, seja por desejo de gestar, por adaptação ao método ou por escolha pessoal.
O acompanhamento médico nessa etapa é essencial para discutir o que esperar após a retirada, avaliar a retomada da fertilidade e, quando necessário, orientar sobre a escolha de um novo método contraceptivo, com o mesmo cuidado e escuta que marcaram todo o processo.
Inserção do Implante Contraceptivo em São Paulo - SP
A Dra. Ludmila Bercaire, ginecologista e especialista em fertilidade, oferece atendimento presencial para inserção do implante anticoncepcional em São Paulo - SP, além de consultas por telemedicina para pacientes de outras cidades e de outros países. Fluente em inglês e francês, proporciona um cuidado ético, humano e personalizado para mulheres em diferentes fases da vida.
Para receber uma avaliação completa sobre o implante anticoncepcional e descobrir se ele é o método ideal para você, agende sua consulta e dê o próximo passo na sua saúde reprodutiva com segurança e acolhimento.