Congelar Óvulos Após os 35: O Que Esperar
Congelar óvulos com mais de 35 anos: o que esperar?
A Dra. Ludmila Bercaire vai explicar o que realmente muda ao congelar óvulos com mais de 35 anos, um tema que aparece entre os mais pesquisados quando o assunto é fertilidade feminina, planejamento reprodutivo e preservação da fertilidade. Muitas mulheres chegam à consulta carregando dúvidas, expectativas e até culpa por não terem pensado nisso antes. Informação de qualidade é fundamental para transformar esse medo em decisão consciente.
A relação entre idade e fertilidade feminina
A idade da mulher e a fertilidade estão diretamente relacionadas. Ao contrário do que ainda circula no senso comum, a fertilidade feminina não permanece estável até os 40 anos. A partir dos 35, ocorre uma queda progressiva tanto na quantidade de óvulos, chamada de reserva ovariana, quanto na qualidade dos óvulos. Esse processo é natural e acontece com todas as mulheres, mesmo aquelas que sempre tiveram ciclos regulares e boa saúde.
Com o passar dos anos, aumentam as alterações genéticas nos óvulos, o que pode dificultar a gravidez espontânea e elevar o risco de abortamento. Por isso, termos como fertilidade após os 35 anos, chance de engravidar depois dos 35 e idade fértil da mulher estão entre os mais buscados atualmente.
Congelar óvulos após os 35 anos é tarde?
Uma das perguntas mais comuns no consultório é se ainda vale a pena congelar óvulos após os 35 anos. A Dra. Ludmila reforça que não existe uma resposta única. Não é tarde, mas é essencial entender que os resultados não serão os mesmos de uma mulher mais jovem. O congelamento nessa fase da vida deve ser encarado como uma estratégia de preservação da fertilidade possível naquele momento, e não como garantia de gravidez futura.
Cada mulher tem uma história reprodutiva única, e a chamada idade ovariana pode variar bastante. Há mulheres com 37 anos e boa reserva ovariana, assim como mulheres mais jovens com reserva reduzida. Por isso, a avaliação individualizada é indispensável.
Avaliação da fertilidade antes do congelamento de óvulos
Antes de indicar o congelamento de óvulos, a Dra. Ludmila realiza uma avaliação da fertilidade feminina detalhada. Esse passo é fundamental para alinhar expectativas e definir a melhor estratégia. Entre os exames mais importantes estão o hormônio antimülleriano (AMH), que estima a quantidade de óvulos disponíveis, e a ultrassonografia transvaginal com contagem de folículos antrais, que avalia visualmente o potencial de resposta dos ovários.
Esses exames são frequentemente pesquisados por mulheres que buscam saber como está sua reserva ovariana ou qual exame fazer para saber se ainda pode engravidar. Com base nesses dados, a médica consegue explicar, de forma clara e acessível, o que é possível esperar do tratamento.
O que muda no processo de congelamento de óvulos após os 35
Após os 35 anos, é comum que os ovários respondam de forma mais moderada à estimulação hormonal. Isso significa que, em muitos casos, pode ser necessário realizar mais de um ciclo para atingir um número de óvulos congelados considerado mais seguro para o futuro. Esse é um ponto que gera ansiedade, mas que precisa ser explicado com transparência.
Outro aspecto importante é a qualidade dos óvulos congelados. Mesmo com a tecnologia atual de vitrificação de óvulos, que é extremamente eficiente, a idade no momento do congelamento influencia diretamente as chances futuras. Por isso, a Dra. Ludmila trabalha sempre com informações baseadas em evidências científicas, evitando falsas promessas e respeitando o momento emocional da paciente.
Benefícios do congelamento de óvulos nessa fase da vida
Apesar das limitações naturais da idade, o congelamento de óvulos após os 35 anos pode trazer benefícios significativos. Muitas mulheres relatam alívio da pressão do tempo, maior tranquilidade para viver outras prioridades e sensação de autonomia sobre o próprio futuro reprodutivo. Termos como vale a pena congelar óvulos e vantagens do congelamento de óvulos refletem exatamente essa busca por segurança e planejamento.
É importante reforçar que o congelamento não substitui a tentativa natural de gravidez no presente, caso essa seja uma possibilidade desejada. Ele funciona como uma ferramenta adicional dentro do planejamento reprodutivo feminino.
Aspectos emocionais envolvidos na decisão
Decidir congelar óvulos não é apenas uma escolha médica. É uma decisão emocionalmente complexa. Muitas mulheres chegam à consulta com medo de arrependimento, insegurança sobre o futuro e até luto por não estarem vivendo a maternidade no momento que imaginaram. A Dra. Ludmila acredita que o cuidado em reprodução humana precisa ser humano, respeitoso e acolhedor, especialmente quando envolve expectativas tão profundas.
A escuta ativa e o diálogo transparente fazem parte do processo, ajudando a mulher a se sentir segura e respeitada em suas escolhas.
A importância do acompanhamento com especialista em fertilidade
O planejamento reprodutivo após os 35 anos deve sempre ser feito com uma ginecologista especialista em fertilidade. A experiência da médica faz diferença tanto no diagnóstico quanto na condução do tratamento, na escolha das medicações e na definição do melhor momento para cada etapa.
A Dra. Ludmila Bercaire atua com medicina reprodutiva baseada em evidências científicas, aliada a um cuidado individualizado e empático, entendendo que cada paciente vive esse processo de forma única.
Agende sua avaliação com especialista em congelamento de óvulos
A Dra. Ludmila Bercaire é ginecologista especialista em fertilidade, com ampla experiência em congelamento de óvulos, planejamento reprodutivo e reprodução humana. Realiza atendimento presencial em São Paulo – SP e atendimento por telemedicina para pacientes de outras cidades do Brasil e do exterior. É fluente em inglês e francês, oferecendo um cuidado ético, acolhedor e personalizado.
Se você deseja entender sua reserva ovariana, saber se o congelamento de óvulos após os 35 anos é indicado no seu caso e receber uma orientação segura e individualizada, agende uma consulta com a Dra. Ludmila Bercaire e converse com uma especialista preparada para cuidar do seu presente e do seu futuro reprodutivo.
Escrito por Dra. Ludmila Bercaire
Especialista em Reprodução Humana SP
A Dra. Ludmila Bercaire é ginecologista, obstetra especialista em fertilidade. Possui mais de uma década de experiência em Reprodução Humana e Ginecologia e é Sócia Fundadora da Begin Clinic Medicina Reprodutiva. Formada pela Faculdade de Medicina UFRJ e com Mestrado pela Faculdade de Medicina da UNESP, hoje integra o corpo clínico dos melhores hospitais de São Paulo, como o Albert Einstein, e atua nos laboratórios de reprodução assistida mais modernos do país.
CRM: 145773-SP
RQE: 49731 (GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA)
RQE: 497311 (REPRODUÇÃO ASSISTIDA)
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6671796676034947
Para agendar uma consulta com a Dra. Ludmila Bercaire, entre em contato através do nosso WhatsApp.
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