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Como é Feita a Compatibilidade Genética na Ovodoação

Como é feita a compatibilidade genética na ovodoação

A Dra. Ludmila Bercaire vai explicar em profundidade como funciona a compatibilidade genética na ovodoação, um dos pilares mais importantes para a segurança e o sucesso desse tratamento de reprodução humana assistida. Para muitas mulheres e casais, a ovodoação representa uma nova possibilidade após uma trajetória difícil, marcada por infertilidade, falhas de tratamento ou diagnóstico de baixa reserva ovariana. Nesse contexto, compreender como a medicina atua para reduzir riscos genéticos é fundamental para trazer tranquilidade e confiança.

Buscas como ovodoação é segura, compatibilidade genética na doação de óvulos e risco de doenças genéticas na ovodoação são cada vez mais frequentes, refletindo uma preocupação legítima com a saúde do futuro bebê e com a condução ética do tratamento.

O que é a ovodoação dentro da reprodução humana

A ovodoação é indicada quando a mulher não pode engravidar com seus próprios óvulos, seja por idade materna avançada, falência ovariana precoce, alterações genéticas, tratamentos oncológicos prévios ou repetidas falhas em tentativas anteriores. Nesse tratamento, óvulos de uma doadora são utilizados para formar embriões em laboratório, geralmente por meio da fertilização in vitro (FIV).

Embora o material genético venha da doadora e do parceiro ou doador de sêmen, a gestação acontece no útero da mulher receptora. Isso significa que o corpo da mulher que gesta exerce influência direta no desenvolvimento do embrião por meio de fatores hormonais, imunológicos e epigenéticos, o que reforça seu papel ativo no processo.

Por que a compatibilidade genética é uma etapa essencial

A compatibilidade genética na ovodoação não tem como objetivo garantir semelhança física, mas sim reduzir o risco de transmissão de doenças genéticas hereditárias, especialmente as chamadas doenças autossômicas recessivas. Essas doenças só se manifestam quando ambos os genitores são portadores da mesma mutação genética, mesmo que não apresentem sintomas.

Sem esse cuidado, o risco de transmissão dessas condições poderia ser maior. Por isso, a compatibilidade genética é hoje considerada um padrão de segurança nos programas modernos de ovodoação, baseada em evidências científicas e diretrizes internacionais.

Avaliação genética da doadora de óvulos

Antes de ser aceita em um programa de doação de óvulos, a candidata passa por uma avaliação médica extremamente criteriosa. Esse processo começa com uma análise detalhada do histórico pessoal e familiar, buscando identificar a presença de doenças hereditárias conhecidas.

Além disso, são realizados testes genéticos específicos, que avaliam a presença de mutações associadas a doenças genéticas mais prevalentes na população. Esse rastreamento é uma das etapas mais importantes da ovodoação, pois reduz significativamente o risco de transmissão de condições graves e garante maior segurança ao tratamento.

Esse cuidado não é opcional, mas parte essencial de uma prática ética e responsável em reprodução humana assistida.

Como ocorre a compatibilidade genética entre doadora e receptor

A compatibilidade genética é feita a partir do cruzamento dos exames genéticos da doadora com os exames do receptor genético do embrião, geralmente o parceiro da paciente ou um doador de sêmen. O objetivo é identificar se ambos carregam mutações para a mesma doença recessiva.

Quando existe compatibilidade segura, o tratamento pode prosseguir. Caso seja identificada uma incompatibilidade relevante, aquela combinação específica é descartada, e outra doadora é selecionada. Esse processo garante que o risco genético seja minimizado ao máximo possível com a tecnologia disponível atualmente.

Compatibilidade genética não é apenas exame: é interpretação médica

Um ponto fundamental, muitas vezes pouco explicado, é que a compatibilidade genética na ovodoação não se resume ao resultado de exames laboratoriais. A interpretação desses dados exige conhecimento especializado, contexto clínico e experiência em genética reprodutiva.

Resultados isolados, sem análise médica adequada, podem gerar interpretações equivocadas e ansiedade desnecessária. Por isso, todo o processo deve ser conduzido por uma ginecologista especialista em fertilidade, capacitada para explicar riscos reais, probabilidades e limites da ciência de forma clara e acessível.

Segurança genética, ética e transparência no processo

A ovodoação é um tratamento altamente regulamentado, que envolve sigilo, ética e respeito às pacientes e às doadoras. A compatibilidade genética faz parte desse compromisso, garantindo que decisões sejam tomadas com base em ciência, e não em achismos ou promessas irreais.

Nenhum exame genético elimina 100% dos riscos, mas a medicina reprodutiva moderna permite reduzir esses riscos de forma significativa, oferecendo tratamentos cada vez mais seguros e responsáveis.

Aspectos emocionais envolvidos na ovodoação

Além dos critérios técnicos, a ovodoação envolve questões emocionais profundas. Muitas mulheres chegam à consulta com receio sobre vínculo, pertencimento e identidade genética. Entender que a compatibilidade genética existe para proteger o bebê, e não para afastar a mulher do processo, é um passo importante para vivenciar o tratamento com mais tranquilidade.

O acompanhamento médico acolhedor, com espaço para diálogo e esclarecimento, é essencial para que a paciente se sinta segura em cada etapa.

A importância do acompanhamento com especialista em fertilidade

A compatibilidade genética na ovodoação é apenas uma das etapas de um tratamento que deve ser cuidadosamente planejado. O sucesso da ovodoação depende da integração entre genética, qualidade embrionária, preparo endometrial e acompanhamento clínico adequado.

Agende sua consulta com especialista em ovodoação

A Dra. Ludmila Bercaire é ginecologista especialista em fertilidade, com ampla experiência em ovodoação, compatibilidade genética e reprodução humana assistida. Realiza atendimento presencial em São Paulo – SP e atendimento por telemedicina para pacientes de outras cidades do Brasil e do exterior. É fluente em inglês e francês e reconhecida pelo atendimento acolhedor e respeitoso.

Se você deseja entender melhor como funciona a compatibilidade genética na ovodoação, avaliar se esse tratamento é indicado para o seu caso e receber uma orientação segura e personalizada, agende uma consulta com a Dra. Ludmila Bercaire. Um acompanhamento especializado faz toda a diferença para conduzir esse processo com confiança, informação e cuidado.



Dra. Ludmila Bercaire SP
Escrito por Dra. Ludmila Bercaire

Especialista em Reprodução Humana SP

A Dra. Ludmila Bercaire é ginecologista, obstetra especialista em fertilidade. Possui mais de uma década de experiência em Reprodução Humana e Ginecologia e é Sócia Fundadora da Begin Clinic Medicina Reprodutiva. Formada pela Faculdade de Medicina UFRJ e com Mestrado pela Faculdade de Medicina da UNESP, hoje integra o corpo clínico dos melhores hospitais de São Paulo, como o Albert Einstein, e atua nos laboratórios de reprodução assistida mais modernos do país.

CRM: 145773-SP
RQE: 49731 (GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA)
RQE: 497311 (REPRODUÇÃO ASSISTIDA)
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6671796676034947

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